A "gestão-semáforo"


Seu estilo de liderança acelera no verde e para no vermelho? Cuidado para não perder excelentes oportunidades de produzir crescimento para você e sua empresa


Não causa surpresa que gestores estejam entre os ativos mais importantes de qualquer organização, desde start-ups até as maiores empresas do planeta. E não por coincidência os profissionais de liderança também formam parte dos recursos mais pressionados do ecossistema dos negócios: muita responsabilidade e pouco tempo para exerce-la eficazmente.

É por este motivo que métodos de gestão se reinventam de maneira cíclica para conceder mais produtividade a estes profissionais tão importantes. E através destes métodos chegamos a uma sofisticação permanente dos “dashboards”, ou painéis de controle através dos quais os gestores avaliam suas equipes diariamente.

Com frequência, tais painéis de controle resumem os resultados de cada integrante da equipe em todos os indicadores de desempenho que lhes competem, através do tradicional padrão semafórico: verde define sucesso, amarelo demanda atenção e o vermelho grita que houve falha na execução.


Esta prática gerencial tem proporcionado incontáveis benefícios para gestores, equipes, empresas e clientes, na medida em que identifica os pontos de melhoria, estimula o foco na solução, aumenta a objetividade das revisões de negócio e normalmente acrescenta indispensável produtividade para perseguir o implacável objetivo de melhoria contínua.

No entanto, ao utilizar este padrão tricolor, a precaução que nem todos os gestores conseguem tomar, seja por falta de tempo, habilidade, ou até mesmo de percepção sobre este fato, é que muitas vezes acabam dedicando tempo somente para discutir os indicadores vermelhos, parando aí durante muito tempo. Sem dúvida nenhuma, essa é uma discussão importante e insubstituível. Mas de forma alguma ela deve ser a única conversa com seus liderados.  Analisando as 3 cores de desempenho de cada membro da equipe de forma equilibrada, gestores podem descobrir se realmente estão fazendo o melhor uso do talento daquela pessoa. Aquela que constantemente entrega vermelhos em um certo indicador apesar de feedbacks e ações para corrigir o problema, não necessariamente deve ser desligada da empresa. Ela pode ser direcionada para funções em que seus resultados verdes se potencializem.


Frequentemente descobrimos a marca pessoal dos indivíduos através dos verdes que entregam e menos dos vermelhos. A marca pessoal é como se fosse a impressão digital de nosso talento, combinação única de formatos de “papilas” intelectuais e emocionais que garantem unicidade a cada uma das quase 8 bilhões de vidas na Terra.


E você, já demitiu um excelente goleiro pegador de pênaltis porque teimava em escala-lo como um centroavante que não sabia fazer gols? É possível que sim, mas sem ter percebido que a marca pessoal dele de fato estava construída para ficar embaixo da trave de defesa. E não na de ataque. Por isso, não esqueça de parar equilibrada e produtivamente no verde, no amarelo e no vermelho. Garanto que a capacidade de aceleração depois dessa pausa estratégica vai te levar a lugares incríveis, muito além dos teus objetivos.


No Leading.Zone nós abordamos este assunto tanto nos programas de mentoria para gestores, executivos e profissionais, quanto no HelpingHands, o marketplace de serviços gratuitos onde oferecemos mentorias e coaching sem nenhum custo a jovens, empreendedores iniciantes e profissionais em busca de transição de carreira.  Marcelo Medeiros

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