• Fabiana Galetol

Mudança: será que todo caminho serve?



Onde você quer estar em 5 anos? Carreira gerencial ou técnica? Crescimento horizontal ou vertical? Função país ou internacional? Em algum momento de nossa trajetória profissional nos deparamos com essas e muitas outras questões. Temos todas as respostas? Nem sempre e isso pode gerar bastante incômodo, ansiedade e até insegurança. Em meus quase 30 anos no mundo corporativo me deparei com várias dessas perguntas e aprendi que algumas atitudes são fundamentais:


  • honestidade conosco e com a empresa;

  • clareza sobre o que queremos ou não queremos;

  • coragem para encarar novos desafios e oportunidades;

  • humildade para reconhecer o que não sabemos e para pedir ajuda;

  • vontade de aprender e buscar o nosso melhor sempre;

  • capacidade de relacionamento e escuta atenta.


Não são habilidades técnicas e sim comportamentais. E mais importante, o ‘certo’ em nossas escolhas profissionais deve estar diretamente relacionado aos nossos valores pessoais. Reconhecê-los é fundamental.


Posso dizer que meu crescimento profissional foi baseado em uma carreira mais horizontal. Sempre que meus valores pessoais estiveram alinhados aos valores da empresa/função e eu enxerguei oportunidade de desenvolvimento e reconhecimento, mesmo com aquele ‘frio na barriga’ inicial, não hesitei e aproveitei todas as chances. De estagiária à líder de Comunicação, passando por canais de distribuição, gestão de marca e recursos humanos, aprendi:

  • Independente da escolha na carreira, vertical ou horizontal, como bem coloca Ginni Rometty, ex CEO da IBM, “zona de conforto e crescimento não coexistem”. Abrace o novo com confiança. Os ‘riscos’ são compartilhados. Tanto você quanto quem te contratou ou convidou quer que dê certo.

  • Se você não sabe exatamente a função que deseja assumir, demonstre que está aberto a novas experiências e que tem atitude e comportamentos que trazem valor para a posição. Com o tempo, experiência e maturidade, fica tudo mais evidente.

  • Importante ter clareza sobre seus ‘recursos e interferências’, tanto internos quanto externos. Potencializar recursos (talentos, emoções, desejos, valores, visão do mundo) e minimizar interferências (‘fraquezas’, incômodos, medos) te tornará muito mais preparado para novos desafios e oportunidades.

  • Se há gaps técnicos ou comportamentais, identifique pessoas que possam te auxiliar com coaching, mentorias, dicas de estudo, oportunidades de participação em projetos e networking. Aprender, (des)aprender e reaprender precisa ser um hábito.

Mas o meu maior aprendizado é que quando buscamos ser a melhor versão de nós mesmos e somos felizes com quem somos e com o que fazemos em nosso dia a dia nas mais diferentes esferas de nossas vidas, temos sucesso profissional e pessoal. Não há fórmula pronta, a definição de sucesso é individual, mas mudanças são sempre muito enriquecedoras.

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